HORA DA GESTANTE

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Como planejar o chá de bebê


Quem deve organizar o chá de bebê? 

Geralmente o chá de bebê fica por conta de qualquer outra pessoa que não os próprios pais, embora não haja regra fixa sobre isso. O mais comum é que um parente, uma amiga ou uma colega de trabalho bem próxima se mobilizem para organizar o evento por e para você. 

Se você tem muita vontade de ter um chá de bebê e ninguém está se voluntariando, que tal pedir para a vovó (ou uma irmã, ou uma prima) fazer as honras dos convites? Prepare uma lista das amigas para convidar e peça para ela mandar. Depois você mesma pode organizar o resto da festa do seu jeito, de acordo com o seu orçamento. 

Qual a melhor época da gravidez para fazer o chá de bebê? 

O chá de bebê acaba sendo uma boa distração para aquela ansiedade mais no finzinho da gravidez, quando parece que os dias demoram anos para passar. Além do mais, nada como um chá de bebê com a presença da mamãe de barrigão bem grande para aumentar a torcida da contagem regressiva para o grande dia. 

Mas procure marcar a data antes das 37 semanas de gravidez , para não correr o risco de o bebê chegar antes da festa. 

Ao escolher uma data, converse com as avós e as pessoas mais chegadas para ter certeza de que elas não têm compromissos no mesmo dia. Nada mais chato do que planejar uma comemoração e metade dos convidados não aparecer por algum motivo. 

Quem deve ser convidado para o chá de bebê? 

Tudo depende do formato do chá de bebê. Hoje em dia, as opções incluem chá só de mulheres, chá incluindo os maridos e outras crianças, festa separada para amigos e outra só de família, festa somente na empresa. 

Se as pessoas próximas a você querem fazer mais de um chá de bebê, não há problema algum, contanto que os convidados sejam mesmo diferentes, para evitar aquela sensação de que seu intuito é acumular muitos presentes. 

Avós, irmãs e melhores amigas podem, sem dúvida, participar de todos, mas não deixe de ressaltar que o que vale é a presença e não o presente. 

Caso o chá de bebê seja para alguém que já tem um ou mais filhos, a lista de convidados normalmente acaba sendo menor e formada por um círculo mais íntimo de amigos. Vale incluir aí também alguém que, por alguma razão, ficou de fora do chá de bebê de seus outros filhos. 

Que tipo de convite devo usar? 

Pode ser convitinho tradicional, de papel, convite por email ou até por telefone. Além das informações básicas de data e endereço do local do chá, algumas pessoas gostam de incluir um telefone de contato para confirmar presença (é sempre mais fácil organizar uma festa sabendo quantas pessoas participarão) e também o tema do chá (só fraldas, por exemplo). 


Há famílias que têm o costume de indicar um presente para cada pessoa já no convite. É preciso tomar o cuidado de incluir presentes simples, baratinhos e acháveis em qualquer farmácia. A vantagem é evitar presentes repetidos. A desvantagem é que esse sistema pode acabar sendo uma imposição e uma inconveniência para o convidado. Além do mais, a mãe perde a possibilidade de ganhar itens que não conhecia ou que não considerou e que podem ser superúteis para o bebê. 

Tem quem coloque junto também nome de lojas onde há uma lista de presentes disponível, mas dá para dar essa informação só para quem perguntar depois, assim ninguém fica na obrigação de presentear itens daquele determinado lugar. 

Não deixe de comunicar o evento com antecedência de pelo menos duas semanas, assim as pessoas terão tempo de se programar para ir e de comprar um presente ou lembrancinha. 

Que brincadeiras fazer durante o chá de bebê? 

Veja a seguir algumas sugestões sobre como animar a festa: 

• Selecione um tema para amarrar todo o evento, como chá de fraldas, chá de roupinhas, chá só para distrair a futura mamãe, chá para homens e mulheres, chá para montar a biblioteca do bebê. Não é essencial ter um tema, mas isso certamente ajudará você a organizar a festa, além de ser divertido para os convidados. 

• Considere quanto quer gastar em bebidas e comidas antes de fechar o horário do "chá". Por exemplo, um lanchinho da tarde sai mais barato do que convidar para um almoço ou jantar. Se for uma festa para os homens também, a cerveja muitas vezes é inevitável e certamente engordará a conta. 

• Chá de bebê que é chá de bebê tem que ter alguma brincadeira, mesmo que você ache meio bobagem. Não precisa ser nada para "humilhar" a futura mamãe na sua falta de conhecimento sobre crianças. Pelo contrário, pode ser uma rodada de mães experientes competindo para ver quem tem a pior história de cocô de bebêpara contar ou o recorde de madrugada mais longa em claro, ou ainda o relato mais tocante de parto. Ou então o jogo básico de tentar adivinhar o que é cada presente, mesmo sem "prendas". 

• Há também as brincadeiras mais tradicionais, como pedir para a futura mamãe trocar a fralda de uma boneca (fabrique um cocô na fralda com papinha de supermercado). Ou fazer uma competição de troca de fralda entre os homens. Outra ideia é preparar batom e tintas especiais para o rosto (atóxicas) e pedir aos convidados que pintem o barrigão da grávida. E, claro, tirar muitas fotos depois! 

• Você pode dar uma lembrancinha no final do evento para todo mundo que compareceu ou então ter alguns "prêmios" para distribuir durante as brincadeiras e "competições" entre mamães. Não precisa ser coisa de bebê. Dependendo do seu orçamento, vale alguma coisa doce, um produto para a pele, um livro, um kit de batom e esmalte, um vasinho de planta. 

• Um dos pontos altos de muitos chás de bebê é a hora de abrir os presentes. Mas, se você não quer abrir os pacotes em público para não deixar ninguém sem graça na comparação, sem problemas. Faça um agradecimento geral para todos e deixe para mandar um email ou cartãozinho depois para agradecer aos convidados individualmente pelos presentes. 

Como saber se o bebê está mamando o suficiente?

Não sei se meu filho está mamando o suficiente. Como descobrir? 
Como seria bom se o seio fosse transparente, com os risquinhos indicando quantos mililitros de leite já foram tomados! Nas primeiras semanas, é difícil não se perguntar se o bebê está obtendo todo o leite de que precisa. A dúvida fica maior ainda se ele requisita o seio o tempo todo ou se não se acalma depois de mamar. 

Depois do primeiro ou segundo dia de vida, em que o bebê está mais sonolento, é normal ele parecer que está sempre com fome. Isso porque ele provavelmente está sempre com fome, já que o leite materno é digerido bem rápido. 

A maioria dos recém-nascidos quer mamar entre 8 e 15 vezes ao dia depois do quarto dia de vida, e no fim da primeira semana esse número costuma se estabilizar em entre seis a oito mamadas (ou seja, mais ou menos de três em três ou de quatro em quatro horas). 

Saiba também que o intervalo entre as mamadas, o tempo que o bebê fica no peito e a quantidade de choro não são indicadores suficientes para saber se ele está mamando bem ou não, porque variam muito de criança para criança. O melhor é prestar atenção aos sinais listados aqui. 

Meu bebê acabou de nascer e não tenho leite. E agora? 

É importante saber que o leite de verdade só começa a ser produzido depois do segundo ou terceiro dia após o parto, independentemente de o bebê ter nascido porcesariana ou parto vaginal. Os bebês nascem com uma reserva de energia, já prevendo essa "demora". 

Todos os recém-nascidos perdem, nos primeiros três dias, entre 5 e 10 por cento do peso com que nascem. Isso é normal. 

Na primeira semana, não adianta forçar muito a barra para estabelecer horários para as mamadas. Você e o bebê ainda estarão se acostumando, por isso seja flexível e dê o seio quando ele pedir. 

Depois que o leite desce, entretanto, o bebê deve começar a engordar. Uma pesagem no consultório do pediatra, ao fim da primeira semana, por exemplo, já pode ser comparada ao peso com que o bebê saiu da maternidade para ver se ele está começando a ganhar peso. 

Há outras formas de avaliar se o bebê está mamando o suficiente, e existem sinais que mostram que talvez ele não esteja recebendo o tanto de leite de que precisa. Adesidratação é bem rara nos recém-nascidos, mas é importante conhecer os sinais de que o bebê está mamando bem para alertar o médico se alguma coisa parecer errada. 

Saiba os sinais de que o bebê está mamando bem 

Os sinais de que ele está mamando direitinho são: 

  • O bebê mama no mínimo de seis a oito vezes por dia nas primeiras três semanas.


  • As mamas esvaziam e ficam mais macias depois que o bebê mama.


  • O bebê apresenta uma tez saudável e a pele é firme -- se "beliscada" (com muita suavidade, claro), ela volta imediatamente para o lugar.


  • O número de fraldas molhadas começa a aumentar a partir do quinto dia. Num período de 24 horas, o bebê deve ter molhado entre seis e oito fraldas. (Nas fraldas descartáveis, para saber se ela está bem "xixizada", compare o peso da fralda usada ao de uma fralda seca. Ela deve estar mais pesada.) A urina do bebê deve ser clara e sem cheiro.


  • Você percebe que o bebê engole o leite, quando o observa mamando.


  • O bebê faz cocô amarelo-mostarda ou mais escuro. A partir do quinto dia depois do nascimento, as fezes devem começar a clarear. Clique aqui para ver como é a aparência de um cocô normal de bebê.

Quais são os sinais de alerta de que meu filho não está mamando o suficiente? 

Há motivo de preocupação se: 

  • O bebê não começar a repor o peso que perdeu após o parto. Ao fim da primeira semana, ele já deve estar começando a ganhar algum peso (não em relação ao peso com que nasceu, mas em relação ao peso com que saiu da maternidade).


  • Seu seio não parecer ter "esvaziado" depois que ele mama.


  • O bebê ficar letárgico, muito paradinho, na maior parte do tempo, e você tiver dificuldade em acordá-lo para mamar. 


  • O bebê apresentar covinhas ou fizer barulhinhos com a língua enquanto mama. Esses são sinais de que ele não está abocanhando o seio direito (a chamada pega). Tire-o do seio e tente de novo. Se continuar com dificuldade, procure ajuda.


  • O bebê não chegar a molhar seis fraldas num período de 24 horas a partir do quinto dia.


  • A partir de cinco dias depois do parto, o bebê não fizer cocô todos os dias ou só fizer bolinhas pequenas e escuras. 


  • A pele e os olhos do bebê forem ficando mais amarelos, em vez de menos, depois da primeira semana. É um sintoma de que a icterícia não está melhorando.


  • O rostinho dele não tiver ficado arredondado quando ele estiver com cerca de 3 semanas.


  • A pele do bebê continuar enrugada depois do fim da primeira semana.

E se ele não estiver mamando mesmo o suficiente? 

Se o pediatra, ao acompanhar o ganho de peso do bebê, achar que ele não está mamando o suficiente, vocês poderão avaliar se a amamentação está ocorrendo direitinho e se o bebê está pegando o seio corretamente. Veja aqui uma lista de problemas e soluções da amamentação. 

Você também pode procurar a maternidade em que teve o bebê, postos de saúde, bancos de leite ou a ajuda de um profissional de enfermagem ou uma obstetriz para orientá-la melhor sobre a amamentação. 

Procure deixar a complementação com fórmula como última alternativa, e sempre com a aprovação do pediatra. 


Existe diferença entre papinha feita em casa e aqueles potinhos prontos do supermercado?


A sopinha caseira geralmente oferece uma maior variedade de combinações, sabores e texturas, podendo também ser feita na medida para as necessidades nutricionais de cada criança (por exemplo, com mais ênfase em determinados legumes e hortaliças se ela está meio anêmica ou sofre de prisão de ventre). 

Outro fator a ser levado em conta é o uso de ingredientes frescos, inclusive orgânicos, e a possibilidade de se preparar em maior quantidade, para depois separar em porções pequenas e congelar, o que pesa bem menos no bolso. 

A papinha de fruta caseira tem a vantagem de utilizar a fruta fresca, que, de modo geral, é mais saborosa e possibilita um melhor aproveitamento dos elementos nutricionais, como no caso das vitaminas. Outro benefício é se valer da diversidade de frutas disponíveis nos mercados e feiras de todas as regiões do Brasil para criar misturas bem ricas. 

Tudo isso sem contar a arte e o prazer de uma mãe, pai ou avós prepararem a comida de seu próprio filho ou neto, mesmo que não fossem lá muito amigos da cozinha antes. 

Quanto às sopinhas e papinhas industrializadas, feitas por empresas alimentícias de renome, elas são práticas, de boa qualidade, elaboradas com rigor nutricional e, em geral, livres de conservantes. Os senões são a menor variedade de sabores e o preço mais alto. 

A maioria dos pediatras recomenda que no dia-a-dia sejam utilizadas as sopinhas e papinhas caseiras e em situações mais esporádicas (como em casos de viagem ou passeios de dia todo), as industrializadas. 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

calendario de vacinas até 4 anos de idade

IdadeVacinaDosesDoenças que imuniza
Ao nascerBCG-IDdose únicaFormas graves de tuberculose

Hepatite B1ª doseHepatite B
1 mêsHepatite B2ª doseHepatite B
2 mesesVacina tetravalente (DTP + Hib)1ª doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas peloHaemophilus influenzae tipo b

VOP (vacina oral contra pólio)1ª dosePoliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)1ª doseDiarréia e desidratação causada por rotavírus

Vacina Pneumocócia 10 (conjugada)1ª dosePneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
3 mesesVacina Meningocócia C (conjugada)1ª doseDoença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C
4 mesesVacina tetravalente (DTP + Hib) 2ª doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b

VOP (vacina oral contra pólio)2ª dosePoliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano)2ª doseDiarréia e desidratação causada por rotavírus

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)2ª dosePneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
5 mesesVacina Meningocócia C (conjugada)2ª doseDoença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C
6 mesesHepatite B3ª doseHepatite B

VOP (vacina oral contra pólio)3ª dosePoliomielite (paralisia infantil)

Vacina tetravalente (DTP + Hib)3ª doseDifteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas peloHaemophilus influenzae tipo b

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)3ª dosePneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
9 mesesFebre amareladose inicialFebre amarela (em áreas endêmicas)
12 mesesVacina Tríplice Viral (SRC)1ª doseSarampo, rubéola e caxumba

Vacina Pneumocócica 10 (conjugada)reforçoPneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
15 mesesVacina Tríplice Bacteriana (DTP)1º reforçoDifteria, tétano e coqueluche

VOP (vacina oral contra pólio)reforçoPoliomielite (paralisia infantil)

Vacina Meningocócia C (conjugada)reforçoDoença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C
4 anosVacina Tríplice Bacteriana (DTP)2º reforçoDifteria, tétano e coqueluche
Vacina Tríplice Viral (SRC)2ª doseSarampo, rubéola e caxumba

Em caso de dúvida sobre as vacinas ou onde vacinar ligue para o
DISQUE SAÚDE 0800-61-1997 (Ministério da Sáude - Brasil)
Atenção!  A hora da gestante só disponibiliza aqui apenas o calendário até 4 anos de idade.
Clique no link ao lado para saber mais sobre cada vacina  : Ministério da Saúde 

É normal não querer nem pensar em sexo depois que o bebê nasce? Quando a libido vai voltar?

Sim, é normal que o desejo sexual da mulher diminua depois que o bebê nasce, mesmo depois que o obstetra a libera para voltar a ter relações sexuais. A falta de desejo pode chegar a ser uma verdadeira aversão, e durar meses. 

São vários os fatores que contribuem para a falta de libido. Em primeiro lugar, há o enorme cansaço de cuidar de um recém-nascido em tempo integral. O cansaço é físico e emocional. A criança exige atenção constante, e o contato físico também é permanente: ela está sempre no colo ou então mamando no peito.

Quando finalmente a mulher tem um tempinho para si, só pensa em descansar e em ficar sozinha. Assim, o sexo vai lá embaixo na lista de prioridades.

Em segundo lugar, o organismo ainda está se recuperando da gravidez e do parto. As mudanças hormonais continuam por algum tempo, e podem desequilibrar a mulher em todos os sentidos. Pode ser que haja medo de alguma coisa doer, por exemplo. Por outro lado, a mulher sabe que não está na sua melhor fase de corpo, pois suas formas estão num limbo entre a gravidez e a não-gravidez, o que derruba a autoestima.

Em terceiro, pode haver o medo, consciente ou inconsciente, de engravidar de novo. A aversão ao sexo pode ter razões evolutivas: os animais quase nunca cruzam enquanto as crias são pequenas. É a chamada sabedoria da natureza, que permite ao organismo se recuperar da gravidez antes de engravidar de novo.

Você pode escapar dessa armadilha usando os métodos contraceptivos adequados para o pós-parto e a amamentação. Mesmo que esteja sem vontade, vale usar o método anticoncepcional, porque na hora em que a vontade aparecer o fantasma de uma nova gravidez não vai atrapalhar oportunidade tão rara.

Há luz no fim do túnel. A maioria das mulheres percebe que essa falta de libido é temporária, e que com o tempo o relacionamento sexual volta. Vocês podem ter até uma boa surpresa: devido às mudanças na região vaginal depois da gravidez, o sexo pode ficar ainda melhor, e os orgasmos, mais intensos e fáceis de atingir.

QUE SONO ! QUE CANSAÇO ! é normal ???????


Ponto principal: o cansaço e o sono avassalador são muito comuns no começo da gravidez. Descanse e durma o máximo que puder. 

Por que estou tão cansada, agora que fiquei grávida? 

Você não está sozinha! A gravidez sobrecarrega todo o seu corpo, daí o cansaço. O sintoma de que as mulheres mais se lembram do começo da gravidez é a constante sensação de exaustão. Até quem costuma ficar acordada até tarde de repente se vê tendo de fazer força para manter os olhos abertos diante do programa preferido na TV, à noite, ou mesmo no cinema.

Ao longo de toda a gestação, mas principalmente no primeiro trimestre, seu corpo trabalha duro. Você está fabricando a importantíssima placenta, o sistema que sustentará o seu filho. Esse processo só será concluído no final do primeiro trimestre. Seus níveis hormonais e seu metabolismo estão mudando rápido, e ao mesmo tempo as taxas de açúcar no sangue e a pressão tendem a cair. Tudo isso contribui para a sensação de cansaço. 

Quanto tempo o cansaço e o sono vão durar? 

Cada pessoa é diferente, mas nas grávidas o cansaço costuma ser maior no primeiro trimestre e no começo do segundo trimestre. O bom é que lá pela metade do segundo trimestre você deve sentir uma injeção de energia, suficiente para durar até o terceiro trimestre. É o momento ideal para aproveitar a gravidez e tomar conta de todos os preparativos para a chegada do bebê. Depois do sétimo mês, seu nível de energia deve começar a cair novamente. 

O que posso fazer? 

• Ouça o que seu corpo está pedindo. Tente tirar sonecas sempre que puder, e faça de tudo para ir para a cama cedo. No trabalho, fechar os olhos por alguns minutos já faz diferença -- se você tiver a sorte de ter algum lugar onde possa descansar um pouco, aproveite. Algumas grávidas apelam até para um descanso rápido dentro do carro, se ele estiver num estacionamento seguro, ou para um descanso instantâneo de cinco minutos no banheiro mesmo.

• Tente adaptar seu cotidiano. Veja se existe a possibilidade de mudar seu horário para escapar do trânsito mais pesado ou do calor. Se já tem filhos, aceite ajuda de outras pessoas para tomar conta deles, para que você possa descansar um pouco e dormir.

• Tome cuidado com a alimentação. Você vai precisar de cerca de 300 calorias extras por dia -- e não estamos falando de chocolate. Uma dieta saudável, composta de legumes, verduras, frutas, grãos integrais, leite desnatado e carnes magras vai lhe dar a energia de que você tanto precisa; comidas gordurosas e doces demais, por outro lado, acabam sabotando sua disposição.

• Aguente firme e tenha paciência. Logo você estará no segundo trimestre e voltará a ter energia. A maioria das mulheres acha o período entre o quarto e o sétimo mês o melhor de toda a gravidez, em que se sentem ótimas. Não se esqueça de que fabricar um bebê é um trabalho e tanto, portanto, se achar que precisa dormir, faça de tudo para arranjar tempo e fechar os olhos, nem que só por alguns minutos.
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A primeira papinha do bebê

AVISOS IMPORTANTES
O MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMA:
O aleitamento materno evita infecções e alergias e é recomendado até os 2 (dois) anos de idade ou mais.
Após os 6 (seis) meses de idade continue amamentando seu filho e ofereça novos alimentos.
O Guia do Bebê informa:
Nenhuma receita aqui apresentada substitui o leite materno. Portanto, mesmo oferecendo esses alimentos, aqui sugeridos, ao seu bebê, continue amamentado-o pelo menos até os 2 (dois) anos de idade.
Nas primeiras duas semanas a papa deve ser feita com um tipo de legume e um tipo de folha. Depois que a criança já tiver experimentado vários tipos de legumes e folhas, você pode misturar até três tipos de cada grupo.
Primeira papinha - (para as primeiras duas semanas)
Ingredientes
- meia cenoura média
- duas folhas de alface
- um pedaço pequeno de cebola
- um pouco de salsa bem picadinha
- uma pitada de sal
- uma colher rasa das de café de óleo de milho ou girassol
Modo de fazer
Lave bem a cenoura e as folhas de alface. Coloque um pouco de água filtrada para ferver - o suficiente para cozinhar os ingredientes. Depois que a água entrar em ebulição, coloque a cenoura com casca, o alface, a cebola, o sal e o óleo. Cozinhe em panela de pressão ou em panela comum com tampa. Deixe cozinhar até que a cenoura fique macia. Tire a casca da cenoura e amasse com um garfo, juntamente com a cebola e as folhas de alface. Acrescente a salsinha.
Dicas
- A cenoura pode ser substituída por outro legume e as folhas de alface por outro tipo de hortaliça. Alguns exemplos: mandioquinha com espinafre; abóbora com repolho; beterraba com agrião; chuchu com couve.
- Use sempre cebola ou alho para cozinhar os alimentos. O mesmo vale para o óleo, a salsinha e o sal.
Atenção!
Fica a critério do seu pediatra a consistência da papinha que deve ser oferecida ao bebê bem como o seu processamento final. Ou seja, se os alimentos serão passados em peneira, amassadinhos ou em grãos.

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Ouvi dizer que parto normal pode alargar a vagina da mulher. É verdade? 


Um parto normal bem assistido não provoca sequelas na região porque, se houver alguma lesão, os médicos recompõem o períneo (região entre a vagina e o ânus) depois. O que existe, tanto em um parto vaginal como na cesariana, é um afrouxamento da musculatura abdominal durante a gestação, que acompanha a expansão do útero e pode afetar o orgasmo feminino posteriormente. 

Para evitar isso, é sempre bom fazer atividades fisicas  e exercícios pelvicos os pelvicos durante o pré-natal e também na fase pós-parto. Mas é importante que se diga que o parto normal, principalmente de um ou dois filhos, não vai modificar a vida sexual de ninguém.  

A maioria dos problemas sexuais de um casal não está ligada a questões físicas. O que acontece, por exemplo, é que só de assistir ao parto, ver aquela cabecinha saindo da vagina da mulher, muitos homens podem ficar impressionados -- e o aspecto psicológico disso não deve ser ignorado na hora de se decidir quem acompanhará o parto e sob que ângulo de visão. 

A chegada de um filho, sem dúvida, muda a vida sexual dos parceiros, que precisarão de muito entendimento para retomar o conforto físico e emocional necessário para uma sexualidade saudável e prazerosa. A diminuição da libido nos primeiros meses de vida do bebê normalmente deve-se ao cansaço e não a modificações decorrentes do parto. 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Grávida pode usar salto alto?

Os especialistas se dividem em relação ao uso de sapatos de salto alto na gravidez. Todos, no entanto, concordam que o uso do salto alto modifica sua postura e altera seu centro de gravidade, colocando mais pressão sobre a região lombar da coluna, já bastante vulnerável na gestação.

Os que defendem o uso de sapatos baixos lembram que os ligamentos que garantem a estabilidade da coluna ficam mais frouxos durante a gravidez, o que os deixa mais sujeitos a lesões e sobrecargas. É por isso que grávidas correm mais risco de torcer o pé, e o salto alto também contribui para o risco.

Outro problema dos saltos altos, segundo alguns médicos, é que, ao pressionar mais a região lombar, podem contribuir para a dor na coluna, que pode ser muito intensa.

Além disso, o aumento de peso, a mudança da forma do corpo e a alteração do centro de gravidade fazem você andar de uma maneira diferente e com menos estabilidade. Assim, o uso de salto alto pode provocar desequilíbrio. E uma queda durante a gestação pode machucar você e até o seu bebê.

Sapatos de salto plataforma são mais confortáveis para andar, mas têm o mesmo risco de queda: eles tornam muito mais fácil virar o pé, principalmente quando o piso é irregular (como calçadas com buracos ou piso de paralelepípedos).

Preste atenção também para ver se a sola do sapato não é muito escorregadia.

Mesmo os médicos que não veem problemas no uso do salto recomendam que você tome a decisão baseada no seu conforto. Você pode, por exemplo, levar um par de tênis ou sapatos baixos na bolsa e calçá-los depois do trabalho (ou no final da festa). Ou passar para os modelos sem salto a partir das 25 semanas de gestação. Ou ainda abrir mão do salto para fazer as tarefas do dia-a-dia e só usá-lo em ocasiões especiais.

Leve em consideração que um outro efeito da gravidez é fazer seus pés aumentarem. Além de correr o risco de ficar com bolhas nos pés, você pode acabar laceando demais seu sapato favorito, que pode acabar ficando largo demais para você usar depois da gravidez.

Há mulheres que se sentem desconfortáveis de usar sapatos completamente sem salto ou rasteirinhas. Esse tipo de sapato também pode favorecer a pressão no calcanhar e na coluna. Se esse é o seu caso, procure um sapato de salto baixo e base larga, que dê bastante sustentação.

Grávida Pode Fazer Tatuagem?

Os médicos preferem recomendar que mulheres grávidas não façam tatuagens durante a gravidez. 

Se você quer homenagear o bebê, é melhor esperá-lo nascer e parar de mamar no peito, para garantir que ele não seja prejudicado. Pelo menos você vai ter bastante tempo para pensar no desenho mais legal -- e que combine com outras tatuagens se você tiver mais filhos no futuro! 

São vários os fatores apontados pelos especialistas para sustentar o veto às tatuagens na gravidez: 

- Perigo de pegar doenças se o material não for esterilizado ou descartável. O risco maior é o de ser contaminada com vírus como os que causam a hepatite B e a hepatite C, além do HIV, que provoca a Aids. Essas doenças podem passar para o bebê. 

- Não se sabe se as tintas usadas na tatuagem podem afetar o bebê de alguma forma, por isso é melhor não arriscar. 

- Como o sistema imunológico da grávida não é tão eficiente, há maior perigo de infecções no local da tatuagem. 

- A pele da gestante está diferente devido aos hormônios, portanto existe a possibilidade de o desenho da tatuagem mudar de aspecto quando a pele voltar ao normal, após a gravidez. Dependendo do lugar, a pele estica, e podem surgir estrias que estraguem o desenho, o que exigiria retoques depois. 

- O fato de ter uma tatuagem nas costas pode atrapalhar na hora de aplicar uma anestesia, principalmente se for uma tatuagem recente. 

Tatuagens de hena podem até ser inofensivas, mas precisa ser hena pura (normalmente o que se usa são preparados químicos com hena, não hena pura), e ainda há o risco de ficar com alergia do produto. 

Se você não sabia que estava grávida e fez uma tatuagem com agulha, não precisa se desesperar. Os exames para as doenças citadas acima já fazem parte do pré-natal normal. Mas explique o que aconteceu ao profissional de saúde que acompanha sua gravidez. Talvez ele queira repetir os exames mais para o fim da gestação, só para ter certeza de que está tudo bem. 

Mamilos e rachaduras

O que são mamilos rachados? 

Nos primeiros dias, a amamentação pode provocar algum desconforto no começo de cada mamada. Mas mamilos doloridos, rachados ou sangrando não são um efeito colateral comum da amamentação, e sim sinal de que a "pega" do bebê não está correta. É importante lembrar que a amamentação não é um ato dolorido e que se isso ocorrer é porque alguma coisa precisa ser mudada. 

Por vezes é possível ver sangue sem nem sentir dor. Um pouco de sangue que saia pelos mamilos na primeira semana de amamentação pode ser consequência do aumento de fluxo sanguíneo na região da mama e do crescimento do tecido produtor de leite. Essa condição deve melhorar, sem qualquer tipo de tratamento, em poucos dias. 

O que leva à fissura dos mamilos? 

A principal causa é a "pega" incorreta do bebê na hora da amamentação. Isso costuma provocar muita dor nos mamilos. Um melhor posicionamento da criança no mamilo tende a melhorar significativamente ou até a curar a dor. Outra causa pode ser deixar o bebê no peito quando ele não está mamando, apenas "mastigando" o bico.

Caso seu filho tenha uma infecção por cândida na boca (o famoso sapinho), você poderá apresentar fissuras ou dores agudas no seio durante ou após cada mamada. Para maiores informações sobre essa infecção por fungo, leia nossos artigos sobre candidíase em bebês e candidíase em mães.

Pele ressecada demais também pode provocar rachadura e até sangramento nos seios (uma condição conhecida como eczema, um tipo de dermatite). Os mamilos ou os seios podem ressecar devido ao clima, a resíduos de detergente nas roupas, a loções aplicadas na região da mama, sabonetes, talco, produtos para cabelo, desodorante ou perfume. Nesse caso podem-se passar pomadas específicas para a amamentação, hidratando a pele do mamilo.

O uso incorreto da bombinha para extrair leite também pode machucar os mamilos, fazendo-os rachar ou sangrar. Certos equipamentos utilizados de forma mais brusca podem ferir o tecido mamário, rompendo os capilares. Em casos mais extremos, algumas mulheres chegam a apresentar hemorragia sob a mama devido à sucção excessiva da bombinha. 

Como cuidar? 

Caso seus mamilos rachem ou sangrem, veja abaixo algumas dicas do que fazer:

• Vá ao médico assim que possível. Pode ser o pediatra do seu filho, o ginecologista ou a maternidade em que você deu à luz. É importante verificar se a pega do bebê no seio está correta, para que ele se alimente bem sem machucar seus mamilos. Com a orientação adequada, a amamentação não deve provocar nenhuma dor. Coloque seu filho de frente para o seio, com o rosto voltado para o seu corpo. A boca dele precisa estar bem aberta para que uma boa parte do mamilo e da aréola seja abocanhada.

• Não use sabonetes, álcool, pomadas ou perfume nos mamilos. A limpeza da área somente com água é suficiente.

• Faça um banho de sol ou de luz na região. Expor os seios durante 15 minutos à luz do sol (ou a uma lâmpada incandescente de 40 watts a uma distância de 40 cm) ajuda na cicatrização.

• Passe o próprio leite materno ao redor dos mamilos. Faça isso antes e depois de amamentar -- ajuda nas rachaduras e a prevenir infecções.

• Tome um analgésico. Se a dor for muito forte, tome um analgésico cerca de 30 minutos antes de dar de mamar. Não deixe de conversar com seu médico sobre o tipo de remédio mais adequado ao seu caso. O paracetamol costuma ser liberado para a amamentação.

O uso de conchas especiais no intervalo entre as mamadas pode ajudar na cicatrização, porque diminui o atrito do mamilo com o tecido do sutiã ou com o absorvente para seios.
Se a rachadura ou algum machucado não derem sinal de melhora, marque uma consulta com seu médico o quanto antes. 

Os mamilos rachados vão afetar meu filho de alguma forma?

Os bebês geralmente ignoram esse tipo de incômodo da mãe. Sangue no leite não causa danos a eles, e o aleitamento pode prosseguir normalmente. A questão mais importante nesse caso é corrigir o problema e cicatrizar o mamilo o mais rápido possível, para que a amamentação volte a ser prazerosa para vocês dois. Contudo, se a pega do bebê não estiver correta, ele pode acabar tomando muito do leite inicial, que mata a sede, mas não um volume suficiente do leite posterior, do final da mamada, rico em calorias. Se isso acontecer, a criança tende a não ganhar peso direito.

Não se assuste se vir sangue num regurgitamento ou num vômito do bebê. Se seu seio estiver rachado, provavelmente o sangue é seu, não dele. Fique de olho e, se não melhorar, fale com o médico. 

Devo continuar a amamentar? 

A amamentação pode ser uma das experiências mais gostosas da vida de uma mulher, mas convencer uma mãe com mamilos rachados e sangrando disso é tarefa quase impossível. Se deseja continuar a amamentar, saiba que há tratamento para o problema e que, com a ajuda certa, você acabará experimentando um aleitamento indolor e até prazeroso.